
As turmas do sexto ano participaram, ao longo das últimas semanas, numa atividade da disciplina de História e Geografia de Portugal (HGP), intitulada “Dramatizando… A Revolução Liberal”, no âmbito dos respetivos projetos interdisciplinares, que transformou a sala de aula num mini-palco e desafiou os alunos a recriarem um dos acontecimentos marcantes da História de Portugal através de uma pequena peça de “teatro de mesa”.
A atividade baseou-se em materiais pedagógicos que apresentavam a Revolução Liberal de 1820, incluindo o guião com espaços para completar, o cenário ilustrado e figuras destacáveis das diferentes personagens históricas envolvidas nos episódios retratados.
Em sala, com criatividade e empenho, cada turma completou os diálogos, manipulou as figuras, ajustou os cenários e aprofundou o seu conhecimento sobre os acontecimentos estudados.
As dramatizações foram registadas em vídeo, mostrando o entusiasmo dos alunos e a forma como cada turma interpretou os acontecimentos históricos. Entre narradores dedicados, soldados revolucionários cheios de energia e comerciantes indignados, não faltou boa disposição.
Mas o “faz de conta” não ficou só na escola! Alguns alunos decidiram continuar o trabalho em casa, onde gravaram as suas dramatizações com a ajuda da família. Pais e irmãos participaram na leitura das falas, ajudaram na montagem das figuras e até deram novas ideias para o cenário.
Esta participação familiar tornou a tarefa ainda mais envolvente e significativa, reforçando laços e permitindo que todos aprendessem um pouco mais sobre a História de Portugal de forma divertida e diferente.
O projeto permitiu aos alunos compreender melhor episódios complexos da História de Portugal, como a Revolução Liberal de 1820, através da representação dos conflitos, personagens e ideias da época. Ao assumirem diferentes papéis, os alunos aprofundaram conteúdos históricos enquanto trabalhavam competências de comunicação como a leitura expressiva, espírito crítico, criatividade artística e trabalho em equipa.
Os vídeos aqui partilhados, constituem um testemunho criativo do trabalho desenvolvido e revelam o potencial do teatro de mesa como ferramenta pedagógica capaz de juntar conhecimento, expressão oral e imaginação.
Parabéns a todos os participantes!
A docente: Marina Isabel Pais Martinho Marques

A inteligência artificial tem a capacidade de impressionar e, por vezes, até de nos enganar. Com conteúdos cada vez mais realistas, torna-se fácil confundir o que é verdadeiro com o que é gerado por máquinas. No entanto, quando usada de forma responsável e com informação verificada, a IA pode ser uma ferramenta extremamente útil. Ela apoia na pesquisa, agiliza tarefas, melhora a criatividade e ajuda-nos a tomar decisões informadas.
Usar a tecnologia com consciência, espírito crítico e atenção às fontes.
Vídeo: Aqui
Clube Cinema e Arte Digital.
Professora responsável: Jéssica Gonçalves

Alunos do 9.ºD e 9.ºE promovem solidariedade e esperança
As turmas do 9.ºD e do 9.ºE participaram com muito entusiasmo na atividade “Natal com a Make-A-Wish”, realizando um trabalho interdisciplinar que juntou criatividade, reflexão e solidariedade. Ao longo das aulas de Educação Visual, Ciências Naturais, Português e Formação Pessoal e Social, os alunos refletiram sobre a importância da esperança, da empatia e do impacto que um desejo pode ter na vida de uma criança ou jovem com uma doença grave.
Durante a atividade, os alunos criaram estrelas decorativas com desejos relacionados com a saúde, assistiram a testemunhos em vídeo de crianças apoiadas pela Fundação Make-A-Wish e refletiram sobre os valores que querem pôr em prática no seu dia a dia e na relação com os outros.
A atividade destacou-se também pela forte componente solidária. Graças ao empenho e dedicação dos alunos, foi possível angariar um montante total de 360 euros, contribuindo diretamente para a missão da Make-A-Wish: levar força, alegria e esperança a crianças e jovens que enfrentam doenças graves.
O culminar deste trabalho interdisciplinar resultou na criação de uma Árvore de Natal Solidária, decorada com estrelas cheias de significado e esperança. Esta experiência proporcionou aos alunos o desenvolvimento de competências de cidadania, sensibilidade social e expressão criativa, reforçando a importância de pequenos gestos capazes de gerar grandes impactos.

No dia 11 de dezembro, realizou-se o 1.º Conselho Eco-Escolas referente ao ano letivo 2025/26, data que foi especialmente assinalada como o Dia Eco-Escolas. Este dia foi marcado por diversas iniciativas que envolveram a comunidade escolar. O evento teve início com o hastear da Bandeira Verde, distinção conferida à escola em reconhecimento do empenho e das boas práticas ambientais promovidas ao longo do último ano letivo, momento durante o qual os alunos das turmas 6.º C e D entoaram o hino "3 R's Mágicos".


Prosseguiu-se à realização do 1.º Conselho Eco-Escolas na sala de sessões. Durante a sessão, foram apresentados os elementos que integram o Conselho, constituído por representantes da comunidade escolar — órgão de gestão, pessoal docente e não docente, encarregados de educação e delegados de todas as turmas — bem como por representantes da Câmara Municipal de Câmara de Lobos e das Juntas de Freguesia do Estreito e de Câmara de Lobos.

Seguiu-se a apresentação da Metodologia dos Sete Passos e a definição do Regulamento do Conselho Eco-Escolas 2025/2026. Este momento foi complementado com o registo de projetos já desenvolvidas ou a decorrer e a recolha de sugestões de áreas prioritárias para a elaboração do Plano de Ação.
Paralelamente, foram realizados quizzes ambientais em sala de aula, com o objetivo de fomentar a participação e a sensibilização dos alunos para temáticas ambientais.
Este conjunto de iniciativas consolidou o compromisso da escola com a educação ambiental e a promoção da cidadania ativa, evidenciando o envolvimento de alunos e professores na implementação de práticas sustentáveis.
Para mais detalhes, podem consultar a apresentação completa do 1.º Conselho Eco-Escolas aqui.

Professores responsáveis:
Ana Maria Vieira | Cláudia Miguel | João Barbosa

Inspirados pelo espírito natalício e pela necessidade de promover práticas ecológicas, a comunidade escolar uniu-se no projeto “Natal Amarelo”.
Alunos, professores e funcionários participaram na recolha de embalagens Tetra Pak da Compal, envolvendo toda a escola numa causa sustentável.
Na disciplina de Educação Tecnológica, sob a orientação do professor João Barbosa, os alunos do 7.º ano deram asas à criatividade e responsabilidade social, desenvolvendo e construindo uma árvore de Natal original e os seus enfeites amarelos, recorrendo ao reaproveitamento de materiais como arame, plástico e, sobretudo, as embalagens recolhidas.

Montagem da Árvore Amarela
A Árvore de Natal Amarela – foi instalada no pavilhão 0, espaço central e ponto de recolha do programa Eco-Escolas, tornando-se símbolo do compromisso ambiental e da imaginação dos nossos alunos.
Este projeto demonstra como pequenas ações podem transformar o quotidiano escolar, sensibilizando para a importância da reciclagem e da reutilização, celebrando um Natal mais sustentável e consciente.
A informação completa do projeto pode ser consultada na página da ABAE aqui.

Árvore Amarela no espaço escolar – Pavilhão 0

Professores responsáveis:
Ana Maria Vieira | Cláudia Miguel | João Barbosa