“Arquivos à noite? Sim… e sem precisar de lanterna!”

Na noite de 20 de abril, o silêncio habitual do Arquivo e Biblioteca da Madeira (ABM) deu lugar à curiosidade e ao entusiasmo dos formandos das turmas 1.º SA e 2.º SA dos cursos EFA, sob a responsabilidade das formadoras Marsília Abreu e Susana Corriça, contando ainda com o acompanhamento da formadora Ângela Roveri, os participantes embarcaram numa verdadeira viagem pela memória coletiva da região.

Mais do que uma simples visita guiada, esta experiência transformou-se num encontro vivo com a história. Entre documentos antigos, registos únicos e histórias preservadas ao longo do tempo, os formandos puderam perceber como os arquivos são guardiões da identidade cultural madeirense.

A atividade teve como objetivos despertar a consciência para a importância dos arquivos na preservação da memória coletiva, reforçar o valor do património cultural como responsabilidade de todos e incentivar atitudes de respeito pela conservação documental. Ao mesmo tempo, promoveu uma aprendizagem prática e envolvente, aproximando os participantes da realidade do trabalho desenvolvido no ABM.

Ao longo da noite, cada documento revelou-se mais do que papel: tornou-se testemunho de vidas, épocas e transformações. Este contacto direto permitiu aos formandos compreender que preservar o passado é também construir o futuro.

A iniciativa procurou ainda incentivar o uso do ABM como espaço de estudo, investigação e descoberta, deixando nos participantes o convite aberto para regressar — não apenas como visitantes, mas como exploradores da sua própria história.

As formadoras: Ângela Vasconcelos de Freitas Roveri, Marsília Vieira Faria Abreu e Susana Corriça

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